Presidente da TELECOM descarta riscos com aparelhos celulares.
Nos cadernos de “ O Globo Digital" de 21 e 28 de setembro de 2008 levantou-se uma polêmica sobre “ Celular faz mal à saúde?”
Embora com propriedade a M M F – Mobile Manufaturers Forum tenha ratificado o seguimento das normas da OMS (Organização Mundial de Saúde) pelos fabricantes de aparelhos, permitimo-nos como a mais antiga do setor, (Associação Brasileira de Telecomunicações – TELECOM), vir a público para tranqüilizar a população quanto aos boatos e informações infundadas que vem sendo divulgadas, causando até pânico ou mesmo inibindo o uso mais continuo dos serviços móveis ( SMC, SMP, SME etc...) oferecidos no Brasil aos usuários de Telecomunicações.
Pelas verificações efetuadas tanto nas EB´s (Estações de Rádio Base) como nos próprios aparelhos homologados pela ANATEL, os índices de radiação sequer alcançam na pior das hipóteses, 25% dos limites internacionais recomendados.
Dessa forma afirmamos que os Sistemas Celulares (Estações Rádio e aparelhos) encontram-se rigorosamente e até com folga , dentro dos limites máximos recomendáveis, não se constituindo fator de preocupação se usados os equipamentos e aparelhos originais dos fabricantes do Setor.
A utilização porém de equipamentos e aparelhos / baterias não homologados pela ANATEL, pirateados e vendidos até nos semáforos e sinais de trânsito por camelôs, podem sim constituir-se em risco aos usuários.
Os tradicionais fabricantes que tenham o selo de homologação da ANATEL, utilizam rigorosos testes e controles que asseguram o atendimento às normas e padrões da Organização Mundial de Saúde.
Entidades especializadas como a ABRICEM (Associação Brasileira Compatibilidade Eletromagnética) possuem vastos relatórios de medidas efetuadas em campo garantindo essa tranqüilidade.
Tais boatos muitas vezes podem ser encarados como concorrentes alternativos sequiosos em ampliar sua market share, em detrimento de um dos setores que mais cresce no mundo em particular no Brasil.
Usem sem restrição e unam-se sim contra os impostos impiedosos que são cobrados nesses serviços essenciais ao cidadão moderno.
Roberto Aroso
Presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações - TELECOM
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